Pager de restaurante
A bolachinha resolve a espera. Ela não resolve o resto.
O pager físico avisa o cliente e para por aí. Ele não diz a ninguém quanto falta, custa um aparelho por posto de espera, some no bolso de quem desistiu, e no fim da noite não deixa uma linha sobre quanto tempo alguém esperou. Trocar por um QR code resolve os quatro de uma vez.
O que a bolachinha cobra de você, e ninguém soma
O aparelho tem preço de etiqueta, e é o menor dos custos. Os outros três aparecem devagar.
O cliente espera sem saber quanto falta
O aparelho fica mudo até tocar. Quem espera não sabe se está perto ou longe da vez: vai ao balcão perguntar, fica em pé na porta, ou desiste e vai embora sem avisar — e a mesa vaga fica vaga.
O parque de aparelhos só cresce
A quantidade de bolachinhas é a sua fila máxima. Num fim de semana melhor que o normal, ou você compra mais, ou anota o nome num papel e volta ao problema que o aparelho existia para resolver.
A espera não vira informação
Quando o aparelho volta para a base, a espera daquele cliente deixou de existir. Você não sabe se hoje foi pior que ontem, qual hora concentra a fila, nem quantos foram embora sem esperar.
Como fica sem o aparelho
- 1
O cliente lê o QR na entrada
Um cartaz, um adesivo no balcão ou o QR na própria mesa. A câmera do celular abre a página — não há aplicativo para instalar, conta para criar nem senha para lembrar. Ele digita o nome e, se quiser, o telefone.
- 2
Ele acompanha a posição sem perguntar
A página mostra a senha e quantos estão na frente, e atualiza sozinha. É a pergunta que o anfitrião responde vinte vezes por noite, respondida de graça.
- 3
Na vez dele, a página avisa
A página mostra a senha em tela cheia e toca um alerta; no Android, também vibra. No iPhone com a chave de silêncio ligada o alerta não toca, mas a senha em tela cheia aparece do mesmo jeito. Ela precisa estar aberta e com a tela ligada: é o celular do cliente fazendo o papel da bolachinha, sem aparelho seu para recolher, carregar ou repor.
- 4
O salão vê a mesma coisa que o cliente
A equipe chama pelo navegador, de qualquer aparelho, e a partir do plano Essencial as chamadas aparecem numa TV do balcão. No fim do dia sobram os números: espera média, hora de pico, quem não apareceu.
Lado a lado
Sem número de custo aqui de propósito: o preço do aparelho e a perda mensal são seus, e só você tem os dois. O que a tabela compara é o mecanismo, que não muda de casa para casa.
| Bolachinha / pager de rádio | Fila por QR code | |
|---|---|---|
| Enquanto espera | Mudo até tocar. O cliente não sabe quantos faltam e volta ao balcão para perguntar. | Posição e espera estimada na tela, ao vivo. Na vez dele, a página mostra a senha em tela cheia e toca um alerta (no Android, também vibra) — aberta e com a tela ligada. |
| Custo por posto de espera | Um aparelho por cliente na espera, mais a base. Cresce com o movimento. | Nenhum aparelho. O celular é do cliente e o QR é de papel. |
| Perda e quebra | Sai do salão no bolso, cai, molha, some. Reposição é compra nova. | Não há o que perder. O QR impresso custa uma folha. |
| Bateria | Rotina de carregar e trocar. Aparelho descarregado é senha perdida. | A do celular do cliente, que ele já cuida sozinho. |
| Higiene | Passa de mão em mão o dia inteiro e precisa de higienização entre usos. | Ninguém toca em nada seu. O cliente usa o próprio aparelho. |
| O que sobra depois | Nada. O aparelho volta para a base e a espera não deixa registro. | Tempo de espera, hora de pico, no-show e desistência, por dia. |
Perguntas frequentes
- O cliente precisa instalar algum aplicativo?
- Não. Ele aponta a câmera para o QR code, a página abre no navegador do próprio celular e ele entra na fila ali. Sem loja de aplicativo, sem cadastro e sem senha. Na mesma página ele vê a posição na fila e a espera estimada.
- E se o cliente fechar a página sem querer?
- A senha continua na fila. Ao abrir a página de novo no mesmo celular — pelo histórico do navegador ou lendo o QR outra vez — ele volta para a senha dele, na posição em que está. Um toque religa o som, porque o navegador só libera o alarme depois de um gesto. Com a bolachinha, esquecer o aparelho na mesa tem o mesmo efeito e não tem essa volta.
- O cliente precisa ficar em pé na porta esperando?
- Não. A página mostra quantos estão na frente e a espera estimada, então ele aguarda sentado, sem se amontoar na entrada e sem ir ao balcão perguntar quanto falta. O aviso da vez acontece na própria página: ela precisa estar aberta e com a tela ligada. Se ele trocar de aplicativo ou apagar a tela, o aviso aparece quando voltar para a página.
- Quantas senhas dá para chamar por mês?
- Não há limite de chamadas em nenhum plano, inclusive no grátis. O que muda entre os planos é a capacidade — quantas filas simultâneas e quantas pessoas na equipe — e recursos como o painel de TV. Cota de chamada é o tipo de limite que estoura num sábado à noite, que é exatamente quando não pode.
- Preciso de um aparelho ou de internet especial no salão?
- Não há aparelho para comprar, carregar ou repor. O estabelecimento chama pelo navegador, de qualquer computador, tablet ou celular. Precisa de conexão com a internet dos dois lados — recomendamos Wi-Fi no local.
- Dá para mostrar as senhas numa TV no balcão?
- Sim, a partir do plano Essencial. É uma página que você abre numa TV ou monitor e deixa aberta: ela mostra quem está sendo chamado agora e as últimas chamadas. Ajuda quem está de pé no salão e não olhou o celular.
- Quanto custa para começar?
- O plano Balcão é grátis para sempre: uma fila, duas pessoas na equipe, chamadas ilimitadas e sete dias de indicadores. Ele já substitui a bolachinha num salão de porta única. O Essencial custa R$150 por mês por unidade e leva a até três filas, com equipe ilimitada, painel de TV e 90 dias de indicadores.
Começa no grátis, e o grátis já substitui o aparelho
Uma fila, duas pessoas na equipe e chamadas ilimitadas, sem prazo para acabar. Se um dia precisar de mais filas ou do painel de TV, o Essencial custa R$150 por mês por unidade.
Gerencia pátio de caminhões em vez de salão? O produto de docas é outro.